Triste de mim nessa noite tão pacata.
Triste de mim que enfatizo sonhos
que saem feitos tiros pela culatra.
Tranco-me em meu ego incandescente,
a fim de encontrar a brecha...
que libertará meu coração sedento.
E, assim, a noite passa
por meus olhos de vidro,
que brilham sobre o branco ofuscante
desta página febril,
que alguém com um amor em
chamas escreve
com tão desolado brio.
[Autor: Provas de Amor - Lido: 200 Vezes - Categoria: Saudades]
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